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Psicóloga pergunta: amor sem limites existe ?

Amor sem limites: Dizem os poetas que 
"A medida de amar é amar sem medida"


Entendo que estas máximas não devem ser levadas a sério, porque tudo na vida deve ter um limite; inclusive o amor.
Na psicologia, o amor é um tema complexo e multifacetado que tem sido estudado por muitos anos. Embora seja uma emoção positiva e desejada por muitas pessoas, existem certos limites do amor que também precisam ser considerados.

 

Na psicologia, o amor é um tema complexo e multifacetado que tem sido estudado por muitos anos. Embora seja uma emoção positiva e desejada por muitas pessoas, existem certos limites do amor que também precisam ser considerados.

Um dos limites do amor na psicologia é o conceito de dependência emocional. Isso ocorre quando uma pessoa se torna excessivamente dependente de outra para sua felicidade e bem-estar emocional. Isso pode levar a um comportamento possessivo e ciumento, bem como a uma perda de identidade individual. 

A dependência emocional pode ser prejudicial tanto para a pessoa que é dependente quanto para a pessoa em quem eles dependem.

O conceito de amor incondicional.

 
 Embora o amor incondicional possa parecer uma emoção nobre e desejável, pode levar a um relacionamento desequilibrado, onde uma pessoa dá amor e afeto sem receber nada em troca. Isso pode ser prejudicial para a pessoa que está dando amor incondicional, levando à exaustão emocional e a um sentimento de desvalorização.

Além disso, o amor também pode ter limites em relação a questões de saúde mental. 
 
Por exemplo, o amor pode ser usado como uma forma de justificar comportamentos abusivos ou tóxicos em um relacionamento. Isso pode levar a uma tolerância ou aceitação de comportamentos prejudiciais, em vez de buscar ajuda para lidar com esses problemas.

Em resumo, embora o amor seja uma emoção positiva e desejada, é importante reconhecer que existem limites no amor que podem ser prejudiciais para o bem-estar emocional e mental de uma pessoa. 

É importante buscar equilíbrio, respeito e reciprocidade em relacionamentos amorosos, bem como buscar ajuda profissional se houver problemas relacionados ao amor e relacionamentos.


Amar é uma das melhores coisas da vida, uma vez que este sentimento nos coloca em um estado de felicidade indescritível, faz bem à saúde e nos motiva em muitas áreas da vida.


Porém, como tudo, Amar deve ter um limite. Mas quais seriam os limites do amor?


Na Psicologia,  resposta não é óbvia, nem linear, pois cada um de nós tem uma capacidade de amar diferente: uns amam demais e não demonstram, outros demonstram demais e não amam muito, uns não demonstram e não ama, outros demonstram muito e amam demais. 

Portanto, não é pela demonstração que se pode medir o quanto de amor uma pessoa consegue produzir.

Quais são os limites do amor?


Os psicólogos mais influentes do mundo, apontam que os limites do amor esbarram no desgaste emocional de cada um: quando este sentimento estiver produzindo mal-estar emocional, doenças físicas, baixa produtividade, depressão, ansiedade, redução do sono, do apetite, é hora de "puxar o freio de mão". 

Será que o amor trás consigo dor e sofrimento? Ou será que a dor e o sofrimento são consequências do excesso de expectativas?

Sinal vermelho para definir limites do amor

O sinal vermelho para a velocidade do amor é o grau de abandono de outras áreas da vida: deixar o trabalho, os estudos, a família, para viver um grande amor pode não ser uma boa ideia, uma vez que um amor saudável é aquele que se integra na vida do indivíduo, e não precisa destruir aquilo que já foi construído e solidificado. 


Recomendações para pessoas que passaram dos limites no amor



O MADA (Mulheres que Amam Demais Anônimas) é um grupo de ajuda mútua para mulheres que lutam contra a dependência emocional e a compulsão por relacionamentos amorosos disfuncionais. O grupo foi fundado em 1976 nos Estados Unidos, e desde então se espalhou por vários países, incluindo o Brasil.

As recomendações do MADA para lidar com a dependência amorosa incluem:

  • Reconhecer o problema: o primeiro passo para superar a dependência emocional é admitir que ela existe e que é necessário buscar ajuda.
  • Participar de reuniões: o MADA realiza reuniões semanais em que as participantes compartilham suas experiências, forças e esperanças, e aprendem umas com as outras.
  • Praticar a abstinência emocional: a abstinência emocional envolve a interrupção temporária de todos os relacionamentos amorosos e o foco em si mesma e na recuperação. Isso permite que a pessoa identifique padrões disfuncionais de comportamento e pense em maneiras saudáveis ​​de lidar com suas emoções.
  • Fazer terapia: a terapia pode ajudar a pessoa a entender as causas subjacentes da dependência emocional e a desenvolver habilidades para lidar com as emoções e relacionamentos de forma mais saudável.
  • Praticar a autocompaixão: é importante lembrar que a recuperação da dependência emocional é um processo difícil e que a pessoa precisa ser gentil consigo mesma e celebrar cada pequena vitória ao longo do caminho.
  • Cultivar a espiritualidade: muitas participantes do MADA encontram apoio e conforto em sua espiritualidade, seja ela religiosa ou não.
  • Desenvolver um sistema de apoio: é importante ter amigos, familiares ou um padrinho(a) de confiança que possam apoiar a pessoa durante sua recuperação e oferecer ajuda quando necessário.

Ao seguir essas recomendações e trabalhar ativamente em sua recuperação, as participantes do MADA podem superar a dependência emocional e construir relacionamentos amorosos mais saudáveis e satisfatórios.

Se você não sabe amar, dentro dos limites aceitáveis, sem perder a qualidade de vida, busque ajuda psicológica. 
 
Uma psicologa pode te orientar e ajudar a buscar sua felicidade, sem abrir mão do amor, e da própria vida.


Leitura sugerida:

Há alguns livros que abordam a dependência emocional e que podem ser úteis para quem busca informações sobre o assunto. Alguns exemplos são:

  • "Mulheres que Amam Demais" de Robin Norwood
  • "Amar ou Depender?" de Walter Riso
  • "O Poder da Autoestima" de Nathaniel Branden
  • "A Síndrome do Amor" de Frank Tallis

Psicóloga SP: Maristela Vallim Botari 

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CRP-SP 06-121677 | Mais de 15 anos de Experiência como Psicóloga Clínica em SP



Com mais de 15 anos de experiência em psicologia, a Psicóloga SP Maristela Vallim Botari é uma profissional dedicada e comprometida em oferecer um Acolhimento Humanizado e um suporte emocional personalizado a cada indivíduo que procura seus serviços.

 



Apoio para Ansiedade, Estresse, Relacionamentos e Crescimento Pessoal.
Psicóloga SP - Maristela Vallim Botari (CRP/SP 06-121677) 


 


ATENDIMENTOS PSICOLÓGICOS

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Quando procurar Terapia de Casal?

Desvendando as Jornadas que Levam à Terapia de Casal

A vida a dois, em sua complexa rede de afetos e convivências, entrelaça momentos de amor, cumplicidade e crescimento mútuo, mas também nos coloca diante de desafios que testam a solidez do vínculo. À medida que o tempo passa, as diferenças individuais, expectativas e dificuldades de comunicação podem gerar distanciamento emocional e conflitos persistentes.

É justamente nesses momentos de desalinhamento e dor compartilhada que buscar o apoio de um profissional da saúde mental representa um passo essencial para restaurar a conexão, reconstruir o diálogo e fortalecer o vínculo afetivo.

A decisão de iniciar um processo de terapia de casal costuma surgir quando o relacionamento enfrenta impasses que comprometem a harmonia conjugal e o bem-estar emocional de ambos, como os que seguem abaixo:

  • O Silêncio da Comunicação Quebrada: A dificuldade em expressar sentimentos e necessidades pode gerar frustração e afastamento. A terapia de casal promove um espaço de escuta e diálogo, favorecendo a reconexão emocional.
  • As Feridas da Infidelidade: Vivenciar uma traição pode abalar a confiança e a segurança do vínculo. No contexto terapêutico, o casal encontra suporte para compreender o impacto da ruptura, reconstruir a confiança e redefinir o compromisso afetivo.
  • O Peso das Expectativas: As idealizações sobre o parceiro e o relacionamento podem gerar insatisfação e ressentimento. A terapia auxilia o casal a equilibrar expectativas e realidade, cultivando aceitação e respeito mútuo.
  • Conflitos Repetitivos e Falta de Acordo: Divergências sobre finanças, rotina, família ou projetos de vida tendem a se repetir quando não são compreendidas em sua raiz emocional. A terapia de casal permite identificar padrões de conflito e desenvolver estratégias mais saudáveis de resolução.
  • Distanciamento Emocional: A rotina, o estresse e as responsabilidades podem levar ao afastamento afetivo. O processo terapêutico favorece a redescoberta da intimidade, do carinho e da parceria.
  • Relações de Poder e Controle: Quando a relação se torna desequilibrada, com atitudes de manipulação, ciúme excessivo ou controle, o vínculo adoece. A terapia ajuda a reconhecer essas dinâmicas e a reconstruir a relação com base em respeito, autonomia e cooperação.
  • Diferenças de Valores e Propósitos: Mudanças de fase ou de visão de vida podem gerar rupturas sutis. A terapia oferece espaço para o casal revisar objetivos comuns e renovar o sentido da união.
  • Impactos Externos na Relação: Problemas familiares, profissionais ou financeiros podem interferir na convivência. O espaço terapêutico auxilia o casal a lidar com pressões externas de forma solidária, fortalecendo a parceria.

Desafios Pessoais que Refletem na Vida a Dois

  • Autoestima e Reconhecimento: Dificuldades com autoestima e autoconhecimento podem afetar a forma como cada parceiro se relaciona. A terapia favorece o desenvolvimento pessoal como base para vínculos mais equilibrados e amorosos.
  • Projeções e Distorções Emocionais: Muitas vezes, expectativas e frustrações individuais são projetadas sobre o outro, gerando mal-entendidos. O processo terapêutico ajuda a reconhecer essas distorções cognitivas e a construir um olhar mais empático e realista.

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